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20 dicas valiosas para quem viaja para o Japão

20 dicas valiosas para quem viaja para o Japão

Japão

Quanto mais nos distanciamos da nossa cultura, mais desafiador pode ser planejar uma viagem. Pela barreira linguística, fama de ser um país caro ou pelo demorado voo de 30 horas o Japão parece um destino distante de muitos. Fazer uma viagem para lá é mais fácil do que você imagina. Para auxilia-lo na elaboração de um roteiro compartilho 20 dicas testadas e aprovadas para quem vai ao Japão.

1. Alugue um pocket wi-fi

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Já ouviu falar do pocket wi-fi? Ele funciona como um roteador portátil que capta o sinal 4G e o distribui para os equipamentos que você conectar. Aluguei um com uma bateria extra através da Global Advanced Communications.

Contratei o serviço aqui no Brasil via site. Pedi que os entregassem na ryokan onde estaria hospedado em Quioto. Junto veio um envelope de papel já nominal à empresa para a devolução do equipamento. Assim que fui embora coloquei os itens no envelope e o despachei no aeroporto. Simples assim.

Decidiu ficar mais tempo no país e precisa estender o prazo? Mande um email com antecedência ou ligue solicitando o serviço. Caso opte pela comunicação via telefone, não se preocupe pois há a opção do atendimento em inglês. Após confirmar valor da diferença o mesmo é debitado em seu cartão.

Com a internet você pode usar o Google maps, Skype, consultar preços e trajetos de trem através do Jorudan e/ou Hyperdia (ver dica 3), entre tantas outras utilidades.

2. Saiba o que são os JR Rail Passes e se eles são para você

3. Conheça os sites HyperdiaJorudan 

Foto: Alexandre Disaro
Estação de trem em Nara[1]

Imagino que você deve ter cogitado a ideia de alugar um pocket wi-fi assim que começou a ler este post. Ótimo! Tendo internet disponível você tem um mundo de facilidades ao seu alcance. Taxi no Japão é caro, portanto ande uma vez para matar a curiosidade e confie no incrível sistema de transporte público japonês. Para isso, há dois sites muito interessantes para qualquer pessoa que visita o país e quer se aventurar no transporte público: Hyperdia e Jorudan.

De maneira simples, é possível saber como chegar de um lugar a outro, calcular o custo do trecho a ser percorrido, saber quanto tempo de viagem, a distância do trecho, informações sobre as transferência de trem, horários de saída e chegada, mapas de diversas estações e inclusive indica de qual plataforma sai o seu trem (!).

Ambos os sites têm sua versão em aplicativo.

Jorudan (Norikae) – site em inglês
Hyperdia – site em inglês (Apple Store e Google play)

Jorudan (Norikae) – site em japonês (Apple Store e Google play)
Hyperdia – site em japonês

Usei o aplicativo e o site durante a viagem toda e resumo-o em uma palavra: maravilhoso!

4. Baixe os mapas dos metrôs

subway
Mapa metroviário de Tóquio[2]

Há inúmeros aplicativos com mapas de metrô disponíveis, sejam oficiais de cada cidade ou de criação independente. Uso um chamado All Subway para iOS que é fantástico. Não só tem os mapas de metrô das principais cidades como também de linhas ferroviárias. Você o encontra para baixar na Apple Store por USD 0.99 – não achei equivalente para Android. Outra dica interessante é baixá-los em pdf ou jpeg e acessá-los através do Google Drive ou Dropbox.

Associado à internet os mapas no celular são práticos podem promover até a interação, calculando rotas, mostrando horários e a situação do sistema. Contudo, não use apenas mapas digitais, eles podem falhar. Tenha sempre o velho e bom mapa de papel à disposição.

5. Baixe o aplicativo Tabimori

Em mais um movimento acertivo o aeroporto de Narita lançou o Tabimori um aplicativo para ajudar os estrangeiros a encontrar quaisquer respostas às dúvidas sobre o país e sua cultura. Com destaque aos costumes e a cultura do Japão o aplicativo fornece uma compilação com sentenças em japonês, guia de como usar ônibus e trens, menu com fotos de pratos, conversão do yene para 30 moedas, guia de transferências de trem, guia com pontos de wi-fi liberado, previsão do tempo, conexão direta com o incrível site Japan Guide, sugestão do que levar de souvenir, guia emergencial ilustrado para saber como proceder em caso de terremoto, relação de embaixadas e lista de voos dos maiores aeroportos do Japão. Ufa!

Baixe-o gratuitamente na Apple Store ou na Google play.

6. Conheça os sites Japan Guide e JNTO

Quando planejamos uma viagem nos munimos de livros, sugestões de amigos, blogs e sites. Há dois portais maravilhosos e riquíssimos em informação. Tão ricos a ponto de você nem precisar comprar um guia do Japão para conseguir organizar sua viagem: Japan Guide e JNTO (Japan National Tourism Organisation)Gosto tanto que só de colar o link já dá vontade de planejar outra viagem para lá.

7. Tenha um guia de viagens consigo

Divulgação[3]

Por falar em livro, gosto muito dos guias de viagem da Lonely Planet. Compro o ebook e o carrego sempre comigo. Para cada guia eles disponibilizam um pdf com o conteúdo do livro. O do Japão você tem acesso aqui.

8. Aprenda o básico de japonês

Foto: Alexandre Disaro
Estação de trem em Kyoto[4]

Os japoneses são educados, receptivos e atenciosos. Farão o possível para ajudá-lo. Contudo, aprender um pouco do idioma é fundamental. Você não precisa adquirir fluência para visitar o país.

Aprenda a contar até 10, cumprimentos, verbos básicos, alguns adjetivos e substantivos relacionados às situações corriqueiras de um turista. Se se sentir confortável, aprenda o hiraganakatakana (os “alfabetos” silábicos japoneses). Gosta de estudar? Faça um curso de japonês e tire muito mais proveito da sua estadia no Japão.

9. Compre um cartão (IC card) que integra o transporte público ao invés de tickets avulsos

Foto: Alexandre Disaro
Estação de trem em Osaka[5]

IC cards são cartões de recarga usados para o transporte público no Japão. O saldo creditado também serve para fazer compras em várias lojas, restaurantes, máquinas de venda e mercados. Há no Japão 10 empresas de IC card atuando em cinco zonas pelo país.

Em 2013, as três maiores se juntaram com as sete restante para tornar o serviço compatível no país inteiro!! O resultado? Com apenas um cartão é possível andar por – quase – toda a malha de transporte público das grandes cidades do país. A exceção fica para a integração com alguns serviços de ônibus e linhas de trem locais.

Outra vantagem é a não necessidade de comprar tickets avulsos em guichês ou máquinas de venda. No Japão o preço é cobrado pela distância percorrida. Como é descontado? Quando você passa pela catraca na entrada o cartão faz uma marcação, assim que você chega ao seu destino é necessário passar o cartão novamente. Com isso é possível saber de onde o passageiro veio e até onde foi. Se o crédito disponível no cartão não for suficiente ao sair é possível recarrega-lo com o que falta.

Para ficar ainda melhor há combos em alguns cartões. Você adquire um cartão com um saldo carregado e com desconto para um trecho, como por exemplo uma ida ao aeroporto pela metade do custo. O ICOCA em Osaka/Quioto dá uma ida/volta do aeroporto de Kansai pela metade do preço no trem Haruka. Em Tóquio o Suica fazia o mesmo com o N’EX (Narita Express – trem que vai do aeroporto internacional de Narita até Tóquio).

Cartões por região:

  • Tóquio, Sendai e Niigata: Suica e Pasmo;
  • Osaka, Okayama e Hiroshima: ICOCA e Pitapa;
  • Nagoya e Shizuoka: Manaca e Toica;
  • Fukuoka: Nimoca, Hayakaken e Sugoka;
  • Sapporo: Kitaca;

10. Aproveite o desconto de tarifas para voos internos 

As duas maiores companhias aéreas japonesas têm passes aéreos com descontos interessantes para voos domésticos. A ANA oferece o Star Alliance Japan Airpass possibilitando o viajante a fazer até cinco voos pelo preço de JPY 10,000 cada um. Para poder adquirir o passe é necessário chegar ou sair do Japão através de um voo com a ANA ou com uma companhia aérea da Star Alliance.

A Japan Airlines (JAL) tem o Oneworld Yokoso/Visit Japan fare que possibilita ao viajante que realize o mesmo serviço a JPY 10,800 o trecho. Igual ao passe da concorrente, é necessário chegar ou sair do Japão através de um voo com a Japan Airlines (JAL) ou com uma companhia aérea da Oneworld.

Os tickets precisam ser comprados fora do Japão no site da companhia aérea. Outra alternativa de bons preços são as low costs que operam por lá.

11. Conheça as low-cost japonesas

Peach Aviation
Avião da Peach Aviation no pátio[6]

Precisando chegar ao Japão partindo de algum país próximo ou apenas um voo doméstico? Há companhias low cost que podem ser uma boa opção. Voei de Seul para Osaka pela Peach Aviation por aproximadamente USD 100,00 – com taxas inclusas.

Low costs asiáticas e japonesas: Air Do, Jetstar Japan, Peach Aviation, Skymark Airlines, Solaseed Air, Spring Airlines, Japan StarFlyer e Vanilla Air.

12. Se puder optar chegue no aeroporto de Haneda ao invés de Narita

Tóquio tem dois aeroportos internacionais: Narita (NRT) e Haneda (HND). Se possível, opte por Haneda por estar mais próximo à capital. O tempo de deslocamento é menor, assim como o custo da tarifa do trem. De Narita para a estação de Tóquio custa JPY 2,600 e leva 58 minutos. De Haneda até a estação de Tóquio JPY 580 e 28 minutos.

Calcule o custo benefício de sua passagem aérea antes de escolher, de fato, Haneda como o aeroporto de entrada/saída. Por estar mais próximo ao centro e ser o mais antigo, Haneda concentra o fluxo dos voos domésticos e parte dos internacionais. Nem todas as companhias aéreas internacionais operam por lá. O aeroporto de Narita, do contrário, recebe o restante dos voos internacionais e é o principal aeroporto do Japão.

Caso for sair/entrar no Japão por Tóquio faça duas cotações:

  1. Informe o código do aeroporto TYO (código IATA para todos os aeroportos de Tóquio). Ao final da pesquisa aparecerá ou NRT (Narita) ou HND (Haneda);
  2. Informe o código do aeroporto HND (Haneda);

Compare os preços e veja qual o melhor custo benefício. Sei que a Emirate opera voos para o Haneda e de vez em quando tem preços ótimos.

13. Se chegar por Narita use o N’EX ou o Keisei Skyliner para chegar a Tóquio

O Keisei Skyliner custa JPY 2,470 e conecta o aeroporto às estações Ueno e Nippori. Há um ticket com desconto para estrangeiros que sai por JPY 2,200.

14. Baixe o aplicativo do Google Tradutor

Foto: Alexandre Disaro
Exemplo de como a tradução é exibida na tela com o Google Tradutor[8]

O aplicativo é fundamental para os que não falam a língua japonesa. A tradução está longe da perfeição mas é uma grande ajuda. Com ele é possível inserir palavras e sentenças através da voz, digitação, escrita cursiva e até mesmo através da captura de imagem. A tradução pode ser mostrado à pessoa com quem se fala, facilitando a interação. Claro, é um serviço online e precisa ser usado com uma conexão de internet.

Baixe-o gratuitamente na Apple Store ou na Google play.

15. Tenha impresso o endereço do seu hotel em japonês

Dica fundamental para toda e qualquer viagem, principalmente para países que você não consegue ler, escrever nem se comunicar na língua nativa.

Mesmo o inglês sendo matéria obrigatória nas escolas o japonês pode ter um sotaque bem carregado e de difícil compreensão. Para complicar ainda mais o sistema de endereço no Japão é na ordem inversa do Brasil e com divisões administrativas sem equivalência por aqui – acesse o post sobre o Takkyuubin (Como se deslocar pelo Japão com pouca bagagem) no qual falo sobre o sistema de endereço japonês.

Previna-se!

16. Saiba onde sacar dinheiro

Estereótipos culturais nos levam a pensar que por ser um país altamente tecnológico há caixas eletrônicos por todos os lados e o uso difundido do cartão de crédito. A situação na realidade é exatamente oposta. No país prevalece a cultura do uso do papel moeda. Viaje sempre com dinheiro quando estiver por lá. Achar um caixa eletrônico, e ainda por cima que aceite cartão internacional, pode ser uma tarefa difícil. Caso precise encontrar um dirija-se ao 7-Eleven, correios ou Citibank.

17. A cultura da gorjeta é inexistente 

Como o título já diz, no Japão não é costume dar gorjeta. Não é necessário fazer contas após a janta nem arredondas corridas de taxi. Entretanto, há algumas exceções. Uma que posso usar como exemplo é se você se hospedar numa ryokan de alto padrão. Há uma pessoa que estende o seu futon, traz e recolhe sua refeição no quarto. É para esta pessoa que deve-se deixar a gorjeta. E de que forma você a recompensa? Coloque uma cédula de JPY 1,000 dentro de um envelope e deixe em cima da mesa do seu quarto.

18. Conheça as konbini 

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Interior de uma konbini[9]

Quando estiver na dúvida de onde achar algo dirija-se a uma konbini. Do inglês convenience store as konbini vendem de tudo um pouco: serviço postal e de despacho (Takkyubin); fotocópia, fax, caixa eletrônico, caixa para pagamento de contas, venda de ingressos para shows e parques temáticos, carregadores de celular, perfumaria, comidas quentes e frias, bebidas, revistas e mangás, até mesmo roupas íntimas.

Há três principais franquias: 7-Eleven, Lawson e FamilyMart; e outras regionais.

19. Conheça o serviço de despacho de bagagens Takkyubin

kuronekologo

Fique de olho nos gatinhos!

Estando com muitas malas ou simplesmente buscando conforto há um serviço de despacho da empresa courier Kuroneko chamado Takkyubin. Onipresente no Japão, é possível enviar e receber sua bagagem de e para qualquer lugar.

Simples e acessível pode ser um bom negócio para quem tiver um roteiro bem extenso pelo país. Usei-o três vezes e usaria mais, caso fosse necessário. Muitos japoneses inclusive não carregam suas malas quando saem do aeroporto, simplesmente as despacham e recebem em casa no dia seguinte.

Leia o post exclusivo Takkyubin Japão com pouca bagagem e aprenda a achar os centros de coleta e recebimento, preencher a guia de envio e ainda como interpretar um endereço em japonês sem prévio conhecimento da língua.

20. Onde lavar sua roupa 

Quando chegar na sua casa no Japão, perceberá que nem todas têm máquina de lavar roupa. Isso se deve ao reduzido espaço das casas japonesas. A solução encontrada é um serviço chamado Coin Laundry (lavanderia com moeda). Você se dirige às lojas espalhadas pela cidade e lava sua roupa por conta própria. Como achar a lavanderia mais próxima de onde você está?

1) Ou você pergunta para alguém;
2) no Google maps ache onde você está hospedado e na caixa de diálogo digite コインランドリー (koinrandorii do inglês Coin Laundry) e aparecerá uma relação com as  coin laundries mais próximas a sua localização;

Reserve seu hotel no Japão

Referências e Notas Explicativas   [ + ]

About the author

Sou fotógrafo, moro em São Paulo e já estive em 16 países. O Viver a Viagem é meu projeto pessoal e vai além de dicas triviais; quero proporcionar uma imersão cultural e ajudar você a viajar com um olhar diferente.
  • Telmo Curcio

    Muito bom!

  • Daniel Mansur

    Fundamental! Meus parabéns! Vai me ajudar muito.

    • Obrigado pelo carinho Daniel! Fico feliz em ter contribuído.

  • Danielle Zanette

    Oi! Achei o máximo esse serviço! Vou para Tailândia em fevereiro (calorão lá tb) e faço conexão de 4 horas em Tokyo, será que posso deixar minhas malas em algum lugar no aeroporto mesmo e despachar para o centro de distribuição de Tokyo e pegar ela somente 15 dias depois ou não é assim que funciona? Na volta da Tailândia vou fazer um stop over de 3 dias em Tokyo, que vai estar bastante frio, e não queria fiat andando com esta bagagem toda.

    • Alexandre Disaro

      Oi Danielle,
      Que bacana! Você vai amar ambos, Tailândia e Japão.
      Acho que é tranquilo para você despachar as malas. Pode ser que fique um pouco apertado. Quatro horas parece bastante, mas entre você chegar, realmente descer do avião, fazer a imigração, pegar as malas e despachá-las… podem ser o suficiente para fazer tudo na pressa.
      Quanto aos 15 dias, não tenho certeza se é possível fazer a entrega para esse tempo. Mas… não me parece algo difícil de ser feito. Acho que enviando para o centro e deixando lá não há problemas. Procure o centro mais próximo de onde você vai ficar e mande para lá.
      É um serviço maravilhoso. <3
      Um abraço,

      • Danielle Zanette

        Muito obrigada!! Estava bem empolgada com esse serviço, adorei! Mas pelo que me informaram, nessas 4hs não deixarão passar pela imigração 🙁 daí não terei como despachar a mala. Mas achei uma BAITA dica!

        • Alexandre Disaro

          Oi Danielle,
          Uma pena que nessas quatro horas você não vai conseguir despachar as malas.
          O Takkyubin é uma dica de ouro para qualquer pessoa indo ao Japão! Espero que você aproveite bastante os três dias no retorno e que possa visitar o país com mais tempo. Aí sim, você pode usar bastante o serviço.
          Um abraço,

  • Anna Andrade

    Olá Alexandre, cheguei a pouco tempo dessa maravilhosa viagem ao Japão e faço questão de voltar aqui no seu site para agradecer suas dicas. Usamos muito os sites de busca ‘hyperdia’, o serviço de despacho de bagagem ‘Takkyubin’achei muuuuito bom, pois vc fica leve para andar de trem, usamos também o passe ‘JRpass’ que foi fundamental para conhecer várias cidades e por fim a dica master foi o pocket wi-fi, que funciona mesmo!! Então é isso, muito obrigada! Amamos o Japão e espero voltar para explorar mais lugares que nesta não deu tempo.

    • Alexandre Disaro

      Oi Anna,
      Fiquei feliz em saber que você aproveitou várias dicas do site. É muito gostoso escrever os posts e ver que estão sendo úteis para os leitores. 🙂
      Quando voltar para a Ásia, procure saber se onde você vai visitar oferece o pocket wi-fi. O serviço é muito comum na Coreia do Sul e Taiwan. E é uma MARAVILHA ter internet sempre disponível.
      Tiveram alguma dificuldade por lá? Algum perrengue? Que lugares você conheceram?
      Estou morrendo de vontade de voltar. Quero visitar na primavera da próxima vez.
      Abraço,

      • Anna Andrade

        Ah sim, a primavera deve ser incrível também, certamente voltarei para ver as flores lindas das cerejeiras…
        Então, sobre os perrengues, nada muito grave, apenas algumas comidas muito exóticas pois fomos a um jantar em Tokyo, maravilhoso, mas … experimentamos o ‘shiraco’, o sushi de enguia e de ouriço…muito forte para o meu gosto, mas valeu! Ainda sobre comidas, quando ficamos em hyokan estamos abertos às comidas mais tradicionais (kaisekis food) estas também são um tanto quanto perrengues…pra gente foi o máximo, mas sei que é difícil pra muita gente…
        Nosso intinerário foi Tokyo com daytrip para Nikko e kamakura, kyoto, Hiroshima/Myajima, Kanazawa, Takayama com daytrip para Shirakawa go e por fim Yamanouche (Jigokudani Monkey Park) e direto para Narita airport. Adoramos tudo, especialmente Takayama e kyoto, mas vale lembrar que as cidades menores tivemos dificuldade para falar em inglês, por isso a importância de ter internet o tempo todo.
        Mas enfim, viajar sem perrengue ‘light’ não tem tanta graça 🙂
        Adoramos e estamos planejando a próxima….

        Abraços

        • Alexandre Disaro

          Oi Anna,
          É verdade. Acesso à internet é uma das melhores ferramentas para qualquer viagem. O Japão não é excessão. A comunicação pode ficar difícil ou inexistente quando se via para o interior. A maioria das pessoas que fala inlgês está nas grandes cidades. Nas pequenas cidades há muitos idosos, e mesmo falando japonês conversar com eles pode ser desafiador. Ainda bem que o povo japonês é paciente e, literalmente, vai pegar na sua mão para tentar ajudar.

          Que delicia de itinerário! Não conheci Kanazawa, tampouco Hiroshima/Miyajima. Quero visita-las na próxima viagem.

          A comida japonesa que estamos acostumados a comer no Brasil é bem diferente da que comemos no Japão. Alguns pratos podem ser diferentes demais para os Brasileiros. Nessas horas é só pensar “se eles comem e são super saudáveis, por que não?” e comer. 🙂

          Abraço

  • selma cristina nunes

    adorei VIVERAVIAGEM! UTIL E COM UM OLHAR SENSIVEL E DIFERENCIADO PARA OS LUGARES, POVOS E CULTURAS! PARABÉNS!

    • Alexandre Disaro

      Obrigado Selma. 🙂

  • Andréa E. Bronson

    Parabéns Alexandre, suas dicas são perfeitas !! Linguagem objetiva e carinho em cada palavra. Muito amor e sucesso para vcs. E muitas viagens maravilhosas tbm. Pq viajamos com vcs através das suas fotos. Bjs mineiros do Japao!

    • Alexandre Disaro

      Oi Andréa,
      Muito obrigado pelo seu carinho. Fico muito feliz que tenha gostado do post.
      Quando voltar ao Japão que tal um encontro para um matcha e wagashi? 🙂
      Beijo!